Ricardo Medeiros Lança livro sobre Lazer e entretenimento em Floripa nos anos 60
«No Tempo da Sessão das Moças » é o título do novo livro do jornalista e professor da Estácio de Sá, Ricardo Medeiros, que será lançado no dia 14 de outubro, às 19 horas, na sede da Fundação Cultural Badesc, em Florianópolis. O selo é da Editora Insular. Trata-se de uma obra que aborda as diversas modalidades de lazer e entretenimento na capital catarinense nos anos 1960, como o cinema, passeios, praia, bares, clubes, zonas de meretrício, leitura de jornais e revistas e audição de rádio.
Documentário em Rádio
Nesse Semestre recebemos um novo desafio, o de criar um minidocumentário para a Rádio da Estácio de Sá, e parece que o melhor documentário será transmitido na Rádio UDESC, mas é segredo e ainda não foi confirmado. Acadêmicos da terceira fase de Jornalismo da Estácio de Sá se preparem para fazer um trabalho de qualidade e bem jornalístico, afinal é uma oportunidade imperdível.
Quanto custa ser um jornalista?
O sentimento de ser jornalista não se compra. Claro que para chegar a ser um, temos que passar por vários processos como a faculdade, livros, internet, câmeras, máquinas fotográficas, cursos extra-curriculares, enfim, e com tudo isso se gasta e muito.
Então, quanto custa ser um jornalista? Faço essa pergunta, pois um dia minha irmã de 15 anos me fez, e na hora não tive resposta. Parei por um momento e comecei a fazer os cálculos e vi que realmente não é barato. Mas na sociedade atual o pensamento de ”gastar dinheiro” é mais forte e fez distorcer e se perder, em nós, a verdadeira essência das coisas.
Quanto custa ser um jornalista é a parte menos importante de ”o que é” ser jornalista. Essa é a parte principal para quem pretende seguir esta carreira. A pessoa já nasce com o ”dom”, se é assim que podemos chamar, mas a gente vai aprimorando com o tempo e com as experiências adquiridas. Mas o primeiro passo é perguntar a si mesmo o que é o jornalismo, o que ele representa para você e o quão importante ele é no seu dia-a-dia. Apesar de muitos livros falarem sobre isso, o mais importante de tudo é você pensar a respeito sem a idéia formada de alguém.
Pessoalmente, penso no jornalismo como um espaço em que a sociedade tem para se expressar, associo também a construção da cidadania em que os direitos e os deveres de cada indivíduo são preservados e defendidos.
Quando todas essas perguntas ficam claras dentro de você, aí sim, você está pronto para começar de cabeça erguida e com a certeza de um futuro profissional brilhante e bem-sucedido. Contudo, cheguei a conclusão de que tudo vale a pena, as noites sem dormir em leituras atentas de livros, finais de semana estudando para as provas, saídas de campo, as horas na frente do computador para que o texto saia em perfeito estado de leitura. Enfim, ser jornalista vale a pena.
Por Alessandra Oliveira
Estágio da Globo
Inscrição para o Estágio da Globo vão até hoje. Candidatos inscritos devem se formar até o ano de 2011, e cursar os seguintes cursos: Administração, Comunicação Social (Publicidade e Propaganda, Jornalismo, Multimídia, Rádio e TV, Relações Públicas), Desenho Industrial, Estatística, Ciências Contábeis, Engenharia de Produção e todos os cursos da área de Tecnologia (Informática, Análise de Sistemas, Processamento de Dados, Engenharia da Computação/Telecomunicações/Sistemas).
Detalhes e inscrições no site: www.globo.com/estag
Por Luana Pacheco
Trabalho Interdisciplinar
Acadêmicos da 2ª fase do curso de jornalismo da Faculdade Estácio de Sá de Santa Catarina, apresentam hoje o fruto de praticamente um semestre inteiro de pesquisas, muito trabalho, noites e finais de semana perdidos, o Trabalho Interdisciplinar (T.I.).
A proposta foi construir um blog, onde tínhamos que integrar todas as disciplinas do semestre, e dessa forma que surgiu o meucursominhavida e vários outros blogs com temas variados que você pode conferir em nosso blog no Aqui óóó! (nome dado em homenagem ao professor Rogério Mosimann).
Na 1ª fase, o desafio foi entrevistar profissionais de várias áreas do jornalismo como você pode verificar na foto abaixo.

Entrevista com Breno Maestri
Por Greisi Silva
Brasileira ganha concurso mundial de redação
Clarice Zeitel Vianna Silva, 26 anos, estudante de direito da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e dançarina do Caldeirão do Hulk, ganhou o concurso mundial da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO). A redação da carioca venceu o concurso com 50.000 participantes. Confira a redação da ganhadora:
PÁTRIA MADRASTA VIL
Onde já se viu tanto excesso de falta? Abundância de inexistência… Exagero de escassez… Contraditórios??
Então aí está! O novo nome do nosso país! Não pode haver sinônimo melhor para BRASIL.
Porque o Brasil nada mais é do que o excesso de falta de caráter, a abundância de inexistência de solidariedade, o exagero de escassez de responsabilidade.
O Brasil nada mais é do que uma combinação mal engendrada – e friamente sistematizada – de contradições.
Há quem diga que ‘dos filhos deste solo és mãe gentil.’, mas eu digo que não é gentil e, muito menos, mãe.
Pela definição que eu conheço de MÃE, o Brasil está mais para madrasta vil.
A minha mãe não ‘tapa o sol com a peneira’. Não me daria, por exemplo, um lugar na universidade sem ter-me dado uma bela formação básica.
E mesmo há 200 anos atrás não me aboliria da escravidão se soubesse que me restaria a liberdade apenas para morrer de fome.
Porque a minha mãe não iria querer me enganar, iludir. Ela me daria um verdadeiro Pacote que fosse efetivo na resolução do problema, e que contivesse educação + liberdade + igualdade. Ela sabe que de nada me adianta ter educação pela metade, ou tê-la aprisionada pela falta de oportunidade, pela falta de escolha, acorrentada pela minha voz-nada-ativa.
A minha mãe sabe que eu só vou crescer se a minha educação gerar liberdade e esta, por fim, igualdade. Uma segue a outra… Sem nenhuma contradição!
É disso que o Brasil precisa: mudanças estruturais, revolucionárias, que quebrem esse sistema-esquema social montado; mudanças que não sejam hipócritas, mudanças que transformem!
A mudança que nada muda é só mais uma contradição. Os governantes (às vezes) dão uns peixinhos, mas não ensinam a pescar.
E a educação libertadora entra aí. O povo está tão paralisado pela ignorância que não sabe a que tem direito. Não aprendeu o que é ser cidadão.
Porém, ainda nos falta um fator fundamental para o alcance da igualdade: nossa participação efetiva; as mudanças dentro do corpo burocrático do Estado não modificam a estrutura. As classes média e alta – tão confortavelmente situadas na pirâmide social – terão que fazer mais do que reclamar (o que só serve mesmo para aliviar nossa culpa)… Mas estão elas preparadas para isso?
Eu acredito profundamente que só uma revolução estrutural, feita de dentro pra fora e que não exclua nada nem ninguém de seus efeitos, possa acabar com a pobreza e desigualdade no Brasil.
Afinal, de que serve um governo que não administra? De que serve uma mãe que não afaga? E, finalmente, de que serve um Homem que não se posiciona?
Talvez o sentido de nossa própria existência esteja ligado, justamente, a um posicionamento perante o mundo como um todo.
Sem egoísmo. Cada um por todos…
Algumas perguntas, quando auto-indagadas, se tornam elucidativas. Pergunte-se: quero ser pobre no Brasil? Filho de uma mãe gentil ou de uma madrasta vil? Ser tratado como cidadão ou excluído?
Como gente… Ou como bicho?
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O perfil universitário
O poder do público universitário aumentou e somente no Brasil temos 2.165 Universidades com 4,5 milhões de universitários (Dados INEP – Instituto Nacional de Estudo e Pesquisas Educacionais). A previsão do Governo Federal é de que em 2010 tenhamos mais de 9,5 milhões de estudantes dentro das instituições de ensino superior.
A maior concentração desse público fica na região Sudeste, com 49%, segundo INEP. A movimentação financeira do público jovem no mercado Nacional é de R$ 100 bilhões/ano e sua influência de consumo representa R$94 bilhões/ano e sua influência de consumo corresponde a R$ 94 bilhões/ano. Somente os universitários movimentam e influenciam R$ 76 bilhões/ano cerca de 40%, mesmo sendo representado apenas 26% do total dos jovens do Brasil, números esses obtidos através de pesquisas da FGV (Fundação Getúlio Vargas) e IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
Uma pesquisa recente do CIEE (Centro de Integração Empresa Escola) sobre o perfil do universitário na região metropolitana de São Paulo (onde está concentrado o maior número de acadêmicos do país) mostram alguns números que impressionam: 88% dos universitários não possuem notebook, 65% não utilizam carro próprio, e o mais impressionante, 47% ainda não possuem celular.
O curso de Administração é o mais procurado no Brasil e é o que tem maior quantidade de alunos matriculados, segundo dados do INEP.
Os cursos de maior índice de desistência em todo o país são matemática e ciências da computação.
Um grande problema que o ensino superior enfrenta é a evasão. Segundo uma pesquisa do MEC, as instituições privadas, onde estudam 3 a cada 4 universitários brasileiros, têm proporcionalmente, menos estudantes concluindo seus cursos, cerca de 55,4%. Enquanto nas universidades Federais o índice chega a quase 73%. O maior inimigo dos estudantes do ensino superior privado, são as altas mensalidades, pois nem todos têm condições de se manter até o final do curso e assim se torna cada vez mais difícil esses alunos se formarem.
Por Alessandra Oliveira
Terapeutas da Alegria
Desde 2002, o projeto Terapeutas da Alegria, leva a mistura de música, teatro improvisado e sorrisos à pacientes de vários hospitais catarinenses.
Uma integração entre os alunos da UNISUL, UDESC, e UFSC, junto com a coordenadora do projeto Rosiléia Rosa, que tem como objetivo auxiliar na formação de profissionais da saúde, deixando-os socialmente e humanamente mais aptos para seguir a profissão.
Apesar de parecer uma brincadeira ou descontração, o projeto tem total seriedade. Durante um ano, os alunos participam de aulas de expressão corporal, música e de teatro, isto para que haja um amadurecimento do projeto e preparação do personagem, associado a uma figura de “doutor-palhaço”. Somente depois deste período, os alunos saem a campo.
Toda segunda-feira, os alunos de nutrição da UNISUL, unidade Pedra Branca, se encontram no ginásio da faculdade para ensaios e reuniões.
Dividem-se em grupos para as visitas semanais aos hospitais. Entre eles estão o Hospital Joana de Gusmão e o CEPON, onde levam alegria aos pacientes da ala de ortopedia e do núcleo de câncer e do ambulatório.
Muitas são as satisfações dos voluntários. Bruna Fernandes, estudante de nutrição da UNISUL, compartilha sua experiência mais gratificante: “Lembro que uma vez fui visitar um menino que estava em coma a mais de um ano, seu pai sempre estava ao lado dele, fizemos uma bola imaginária só com boas vibrações, e fizemos como se tivéssemos jogado esta bola no menino. Sabe o que aconteceu? Ele mexeu as pálpebras. Parecia que sentia as vibrações.”
Não é só para a formação profissional que escolhem participar do projeto, mas também, por eles mesmos, realizando-os como pessoas, pensando da humanização do indivíduo.
Por Luana Pacheco
Meu curso, meu futuro

Thayse
Determinação e força de vontade são palavras que definem a jovem Tayse Espinoza, 21 anos, estudante da 8ª fase de administração da Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC). Vencedora do 1° Prêmio Negócio Certo SEBRAE, realizado em 2008, ela teve o melhor desempenho entre as três categorias concorrentes: indústria, comércio e serviços. Como prêmio ganhou uma viajem ao Vale do Silício nos Estados Unidos (EUA).
Como ela já fez vários cursos no SEBRAE e discutia com seu pai, Ruperto Espinoza, sobre idéias de negócios, então a opção escolhida foi serviços. Contou com o auxílio do professor João Zabot que recomendou livros para pesquisas. Fez um cronograma onde dividiu tudo em etapas, seguiu todas à risca e quando percebeu já havia concluído o projeto, ao término sabia que era muito competitivo.
Com base em um sonho antigo de seu pai em exportar produtos de sua marca, ela projetou um centro de negócios internacional para micro e pequenas empresas. Através de feiras e pesquisas de mercado, a empresa interessada é inserida no comércio internacional. Sabia que seu projeto era muito competitivo, pois gera um retorno financeiro em apenas dois meses enquanto a maioria das empresas necessita no mínimo um ano.
A cerimônia de premiação reuniu os finalistas regionais de todas as categorias no restaurante Lindacap em Florianópolis, nervosa perdeu suas esperanças de ganhar o prêmio ao ouvir uma concorrente repetir a todo instante, “eu venci, eu venci”. No entanto após divulgar os segundos colocados a jovem teve uma grande surpresa, ouviu seu nome sendo anunciado como vencedor, aí não se conteve e chorou e vibrou muito. Ainda em meio às lágrimas foi chamada para fazer um discurso, dever de quem teve a melhor nota entre todos.
Com a viagem assegurada veio mais uma etapa, conseguir toda a documentação para viajar, tudo custa muito dinheiro e com o salário de estagiária não tinha como pagar toda a documentação. Com o mesmo projeto ela se inscreveu no 1° Concurso Relâmpago de Idéias de Negócios, promovido pela UFSC e ESAG e mais uma vez venceu, a premiação foi em dinheiro, suficiente para cobrir boa parte dos custos com a documentação necessária.
Em fevereiro desse ano junto com os vencedores das outras categorias e dois diretores do SEBRAE, embarcou para o Vale do Silício nos EUA e lá conheceu várias empresas como Google, Apple, HP e as Universidades de Stanford e Santa Clara. Entre essas e tantas outras uma que a chocou muito pelo fato do fundador ter mesma idade dela. Quando tinha apenas 19 anos este empreendedor fundou a Ooyala, empresa fornecedora e criadora de um software inovador para várias grandes empresas, hoje ele fatura milhões.
Motivada ela procura novos desafios e participa do Desafio SEBRAE 2009 com sua irmã também estudante de administração e três amigas.
por Greisi Silva





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