Archive for junho, 2009

Quanto custa ser um jornalista?

     O sentimento de ser jornalista não se compra. Claro que para chegar a ser um, temos que passar por vários processos como a faculdade, livros, internet, câmeras, máquinas fotográficas, cursos extra-curriculares, enfim, e com tudo isso se gasta e muito.

     Então, quanto custa ser um jornalista? Faço essa pergunta, pois um dia minha irmã de 15 anos me fez, e na hora não tive resposta. Parei por um momento e comecei a fazer os cálculos e vi que realmente não é barato. Mas na sociedade atual o pensamento de ”gastar dinheiro” é mais forte e fez distorcer e se perder, em nós, a verdadeira essência das coisas.

     Quanto custa ser um jornalista é a parte menos importante de ”o que é” ser jornalista. Essa é a parte principal para quem pretende seguir esta carreira. A pessoa já nasce com o ”dom”, se é assim que podemos chamar, mas a gente vai aprimorando com o tempo e com as experiências adquiridas. Mas o primeiro passo é perguntar a si mesmo o que é o jornalismo, o que ele representa para você e o quão importante ele é no seu dia-a-dia. Apesar de muitos livros falarem sobre isso, o mais importante de tudo é você pensar a respeito sem a idéia formada de alguém.

     Pessoalmente, penso no jornalismo como um espaço em que a sociedade tem para se expressar, associo também a construção da cidadania em que os direitos e os deveres de cada indivíduo são preservados e defendidos.

     Quando todas essas perguntas ficam claras dentro de você, aí sim, você está pronto para começar de cabeça erguida e com a certeza de um futuro profissional brilhante e bem-sucedido. Contudo, cheguei a conclusão de que tudo vale a pena, as noites sem dormir em leituras atentas de livros, finais de semana estudando para as provas, saídas de campo, as horas na frente do computador para que o texto saia em perfeito estado de leitura. Enfim, ser jornalista vale a pena.

Por Alessandra Oliveira

 

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junho 16, 2009 at 2:50 pm 4 comentários

Estágio da Globo

Inscrição para o Estágio da Globo vão até hoje. Candidatos inscritos devem se formar até o ano de 2011, e cursar os seguintes cursos: Administração, Comunicação Social (Publicidade e Propaganda, Jornalismo, Multimídia, Rádio e TV, Relações Públicas), Desenho Industrial, Estatística, Ciências Contábeis, Engenharia de Produção e todos os cursos da área de Tecnologia (Informática, Análise de Sistemas, Processamento de Dados, Engenharia da Computação/Telecomunicações/Sistemas).

Detalhes e inscrições no site: www.globo.com/estag

Por Luana Pacheco

junho 14, 2009 at 10:23 pm Deixe um comentário

Trabalho Interdisciplinar

     Acadêmicos da 2ª fase do curso de jornalismo da Faculdade Estácio de Sá de Santa Catarina, apresentam hoje o fruto de praticamente um semestre inteiro de pesquisas, muito trabalho, noites e finais de semana perdidos, o Trabalho Interdisciplinar (T.I.).

     A proposta foi construir um blog, onde tínhamos que integrar todas as disciplinas do semestre, e dessa forma que surgiu o meucursominhavida e vários outros blogs com temas variados que você pode conferir em nosso blog  no Aqui óóó! (nome dado em homenagem ao professor Rogério Mosimann).

     Na 1ª fase, o desafio foi entrevistar profissionais de várias áreas do jornalismo como você pode verificar na foto abaixo.

 

Entrevista com Breno Maestri

Entrevista com Breno Maestri

Por Greisi Silva

junho 4, 2009 at 6:03 pm Deixe um comentário

Brasileira ganha concurso mundial de redação

     Clarice Zeitel Vianna Silva, 26 anos, estudante de direito da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e dançarina do Caldeirão do Hulk, ganhou o concurso mundial da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO). A redação da carioca venceu o concurso com 50.000 participantes.  Confira a redação da ganhadora:

     PÁTRIA MADRASTA VIL
 
     Onde já se viu tanto excesso de falta? Abundância de inexistência… Exagero de escassez… Contraditórios?? 

     Então aí está! O novo nome do nosso país! Não pode haver sinônimo melhor para BRASIL.
Porque o Brasil nada mais é do que o excesso de falta de caráter, a abundância de inexistência de solidariedade, o exagero de escassez de responsabilidade.
O Brasil nada mais é do que uma combinação mal engendrada – e friamente sistematizada – de contradições.
Há quem diga que ‘dos filhos deste solo és mãe gentil.’, mas eu digo que não é gentil e, muito menos, mãe.
Pela definição que eu conheço de MÃE, o Brasil está mais para madrasta vil.
A minha mãe não ‘tapa o sol com a peneira’. Não me daria, por exemplo, um lugar na universidade sem ter-me dado uma bela formação básica.
E mesmo há 200 anos atrás não me aboliria da escravidão se soubesse que me restaria a liberdade apenas para morrer de fome.
Porque a minha mãe não iria querer me enganar, iludir. Ela me daria um verdadeiro Pacote que fosse efetivo na resolução do problema, e que contivesse educação + liberdade + igualdade. Ela sabe que de nada me adianta ter educação pela metade, ou tê-la aprisionada pela falta de oportunidade, pela falta de escolha, acorrentada pela minha voz-nada-ativa.
A minha mãe sabe que eu só vou crescer se a minha educação gerar liberdade e esta, por fim, igualdade. Uma segue a outra… Sem nenhuma contradição!
É disso que o Brasil precisa: mudanças estruturais, revolucionárias, que quebrem esse sistema-esquema social montado; mudanças que não sejam hipócritas, mudanças que transformem!
A mudança que nada muda é só mais uma contradição. Os governantes (às vezes) dão uns peixinhos, mas não ensinam a pescar.
E a educação libertadora entra aí. O povo está tão paralisado pela ignorância que não sabe a que tem direito. Não aprendeu o que é ser cidadão.
Porém, ainda nos falta um fator fundamental para o alcance da igualdade: nossa participação efetiva; as mudanças dentro do corpo burocrático do Estado não modificam a estrutura. As classes média e alta – tão confortavelmente situadas na pirâmide social – terão que fazer mais do que reclamar (o que só serve mesmo para aliviar nossa culpa)… Mas estão elas preparadas para isso?
Eu acredito profundamente que só uma revolução estrutural, feita de dentro pra fora e que não exclua nada nem ninguém de seus efeitos, possa acabar com a pobreza e desigualdade no Brasil.

     Afinal, de que serve um governo que não administra? De que serve uma mãe que não afaga? E, finalmente, de que serve um Homem que não se posiciona?
Talvez o sentido de nossa própria existência esteja ligado, justamente, a um posicionamento perante o mundo como um todo.
Sem egoísmo. Cada um por todos…
Algumas perguntas, quando auto-indagadas, se tornam elucidativas. Pergunte-se: quero ser pobre no Brasil? Filho de uma mãe gentil ou de uma madrasta vil? Ser tratado como cidadão ou excluído?
Como gente… Ou como bicho?

 Para ler a matéria completa clique aqui.

junho 2, 2009 at 4:39 pm Deixe um comentário


Quem somos

Idealizado e editado pelas acadêmicas do curso de jornalismo da Faculdade Estácio de Sá de Santa Catarina: Alessandra Oliveira, Graziely Neri, Greisi Silva e Luana Pacheco. O blog meucursominhavida tem como objetivo incentivar e informar atuais e futuros acadêmicos sobre o mundo universitário, através de histórias verdadeiras de quem já passou e está passando por esta experiência.

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